segunda-feira, 3 de novembro de 2008
A seleção natural dos Tubarões
A reprodução dos tubarões ocorre por fecundação interna, na qual o macho introduz o órgão reprodutor masculino no órgão copulador feminino da fêmea. As fêmeas atingem, em geral, a sua maturidade sexual com maior tamanho do que os machos e normalmente procriam em anos alternados. Nas espécies ovíparas, que correspondem a cerca de 20% do total, a fêmea realiza a postura dos ovos retangulares, protegidos por uma membrana filamentosa, de modo a fixá-los ao substrato marinho. Nas espécies ovovivíparas - cerca de 70% -, o desenvolvimento dos ovos ocorre no órgão copulador, da fêmea, sendo as crias expulsas já desenvolvidas. Nas espécies vivíparas - cerca de 10% -, o desenvolvimento do embrião realiza-se internamente, com ligações placentárias, sendo as crias também expulsas já desenvolvidas. A seleção natural dos tubarões inicia-se, nalgumas espécies ovovivíparas e vivíparas, no próprio meio intra-uterino, através da prática do canibalismo. As crias que se formam primeiro e providas de dentes afiados, ingerem, na sua vida uterina, os embriões em formação e, posteriormente, devoram-se umas às outros, sobrevivendo apenas as mais fortes e aptas. De 10 a 82 filhotes por gestação, que são miniaturas dos adultos, mas em geral esse número fica entre 30 e 50. Os filhotes ao nascer têm de 51 a 76 cm de comprimento. Não existe relação de placenta e embrião dentro do útero da genitora. O período de gestação é de 12 a 13 meses. Os filhotes, independentes desde o nascimento, procuram ficar mais perto da costa possível, evitando predadores enquanto ainda são pequenos.
Período de gestação: 12-13 meses.
Número de crias: 10-82.
Longevidade: 12-13 anos.
Célula

Esta teoria tem algumas implicações importantes, nomeadamente que o conhecimento da biologia celular é fundamental para o conhecimento da Vida. Revela, igualmente, que a Vida é contínua, pois o nosso corpo formou-se a partir de uma célula (zigoto) e irá produzir outras células (óvulos e espermatozóides) que, por sua vez, formarão novos corpos, e assim sucessivamente.
As células são sempre muito pequenas, sendo necessário um microscópio para as observar correctamente. As honrosas exceções são os óvulos de muitas espécies, como o das aves em grande destaque. Este facto deve-se à importância da relação área/volume, que vai sendo cada vez menor com o aumento de tamanho da célula
A temperatura e a determinação do sexo


A temperatura age nas etapas iniciais do desenvolvimento. Como há variação diária ou sazonal de temperatura, ambos os sexos são produzidos. Além disso, a temperatura varia também de ninho para ninho, dependendo da luz e da sombra ou se os ovos estão na superfície ou no fundo do ninho.
Temperaturas de transição podem produzir tanto machos quanto fêmeas, dependendo de outros fatores, como a taxa de hormônios.
Vantagens da reprodução sexuada
Aprofunde seus conhecimentos sobre o tema e responda:
Quais as vantagens da variabilidade genética?
Aguardo a resposta de vocês!
:)
sábado, 1 de novembro de 2008
Conceito de Gametas:
Uma das características que melhor distingue os seres vivos da matéria bruta é sua capacidade de se reproduzir. É através da reprodução que cada espécie garante sua sobrevivência, gerando novos indivíduos que substituem aqueles mortos por predadores, por doenças, ou mesmo por envelhecimento. Além disso, é através da reprodução que o indivíduo transmite suas características para seus descendentes. A grande diversidade de seres vivos reflete-se nas formas de reprodução dos organismos, por isso pode-se encontrar inúmeros tipos de reprodução que são agrupados em duas categorias principais: a reprodução assexuada e a reprodução sexuada. A reprodução assexuada é a forma mais simples de reprodução, envolvendo apenas um indivíduo. No caso de organismos unicelulares, por exemplo, a reprodução é feita a partir da fissão da célula que se divide em duas, originando dois novos organismos. Em organismos pluricelulares também há reprodução assexuada, apesar de não ser a única forma de reprodução das espécies. A reprodução sexuada é muito mais complexa do que a reprodução assexuada, demandando um gasto maior de energia. Nesse tipo de reprodução estão envolvidos dois indivíduos de cada espécie, um produz um gameta masculino e o outro o gameta feminino. A união dos dois gametas dá origem a uma célula ovo que, a partir de um processo de divisão celular e diferenciação, origina um novo indivíduo. Temos uma maior familiaridade com esse tipo de reprodução, mesmo porque é a reprodução que ocorre em na espécie humana. A reprodução sexuada está presente nos vários animais e vegetais, salvo algumas exceções. Dentro dessa grande categoria de reprodução podemos distinguir subtipos conforme alguns aspectos. Existem seres vivos com fecundação interna ou fecundação externa, com desenvolvimento direto ou indireto. Há espécies nas quais um mesmo indivíduo produz os dois tipos de gametas, as chamadas espécies monóicas ou hermafroditas; e espécies em que cada indivíduo produz apenas um tipo de gametas, as chamadas espécies dióicas. Apesar dessa diversidade de formas de reprodução, em todos os casos o organismo originado a partir da fusão dos gametas é diferente de seus pais. Portanto, a reprodução sexuada origina uma variabilidade maior nos indivíduos da espécie por simples combinação das características do pai e da mãe. Além disso, durante o processo de produção de gametas, mais especificamente durante a meiose. Os cromossomos homólogos trocam pedaços, gerando um cromossomo distinto daquele presente na célula-mãe. Se considerarmos apenas o aspecto da variabilidade, aparentemente, a reprodução sexuada parece trazer apenas vantagens. Todavia, é importante lembrar-se que este tipo de estratégia reprodutiva implica num gasto de energia muito maior, o que pode ser extremamente inconveniente para os indivíduos em determinadas condições.